Obrigado, Xuxa!

Nossa, quanta emoção! É assim que posso descrever como foi assistir, depois de quase 15 anos, um especial de final de ano da Xuxa. Ela, que por tantos anos embalou minhas manhãs, meus aniversários, os aniversários dos meus familiares, meus Natais, me fez viajar no tempo. Me fez sorrir, me fez cantar, me fez bater palmas e, até mesmo, arriscar as famosas coreografias. Mesmo que eu estivesse deitado, aproveitando meus momentos de descanso, já que agora não sou mais tão baixinho assim.

Confesso que, por vezes, deixei a Xuxa adormecida no meu baú da infância/adolescência (“Planeta Xuxa”, ok?) e critiquei muito seu retorno às noites de segunda no atual formato do seu programa. Mas não posso, jamais, negar sua importância para toda uma geração. Uma geração que foi bastante feliz e, ao mesmo tempo, bastante complicada, tendo em vista que gostar da Rainha não era lá sinônimo de masculinidade, se é que vocês me entendem…

A bem da verdade é que todas as vezes que ouço “Lua de Cristal”, “Arco-Íris” ou “Doce Mel”, fecho os olhos e posso lembrar – ainda que com certa dificuldade – o quanto ela fez parte da minha infância, da minha era baixinho. Nunca entrei na nave dela, nunca recebi sua marquinha de batom, mas ela deixou marcado um enorme “X” no meu coração e hoje voltei a ser baixinho novamente.

Aos idealizadores do “Xuchá”, meu parabéns! Aos responsáveis pela gravação do show e exibição, meus parabéns! Aos que nunca deixaram de ser criança, mesmo que com um pouco de vergonha, meus parabéns! Xuxa, muito obrigado por tudo! E aos produtores amazonenses, fica aqui o meu pedido: tragam o “Xuchá” para Manaus, por favor! Beijinho, beijinho, tchau, tchau!

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