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‘O Carnaval ainda é a maior festa de rua do planeta’, diz Bell Marques

Neste final de semana, mais precisamente sábado (11), o cantor Bell Marques, ex-Chiclete com Banana, chega a Manaus para comandar o tradicional ‘Baile do Hawaii’, no Tropical Hotel (Ponta Negra), que este ano será realizado pela Ponto Com Eventos. Além dele, a noite contará com as presenças do sambista Ito Melodia, das bandas amazonenses Frevo Manaus e Júnior e Banda e dos DJs Sidney Almada, Graciano Rebelo, Madame C e Bass Mazé, sendo que esses últimos estarão no espaço ‘Hawaii Eletro’, nos salões Nobre e Amazônico, do hotel.

E como eu não sou fraco e nem nada, fiz uma entrevista com o Bell – bem íntimo! – para saber como está o aquecimento para o ‘maior Carnaval de sua carreira’, pois ele será o único artista a se apresentar todos os dias de folia, em Salvador. E vale lembrar que, na última semana, ele lançou a canção ‘Vou Te Amar o Ano Inteiro’, que promete ser seu grande hit em 2017.

Então, se acomoda aí e vem conferir meu bate-papo com ele!

– Como tem sido sua carreira desde a saída do Chiclete com Banana?

Bell Marques – Tem sido bem generosa comigo! Do Natal até agora, já foram seis shows com ingressos esgotados, momentos maravilhosos, públicos muito bacanas. Tenho aprendido, curtido e crescido muito. Estou bastante feliz com o meu momento atual.

– Como você vê, atualmente, o Carnaval de Salvador?

BM – O Carnaval ainda é a maior festa de rua do planeta, a mais democrática, com opções para todos os foliões. As pessoas insistem que o Carnaval morreu, mas é só olhar os números divulgados pela prefeitura recentemente, que desmentem. Este ano, serão mais de 700 horas de música para os baianos e turistas, que ainda vêm do mundo todo curtir nossa cidade e nossa música. Eu mesmo farei 11 shows em oito dias, com dois dos blocos mais disputados e quase esgotados, que são o ‘Vumbora’ e o ‘Camaleão’. Vejo o Carnaval como uma força turística e cultural gigantesca.

– Como é sua relação com Manaus?

BM – Atualmente, de saudade! Que saudade que estou da Manaus. Tem tanto tempo que não vou aí e estou muito feliz de poder voltar. Vivi histórias muito bacanas e é uma cidade singular, com características extremamente próprias, únicas.

– O que você está preparando para o Baile do Hawaii?

BM – Preparando o que sei fazer, que é levar alegria pro público. Vamos fazer uma festa muito bonita, não tenho dúvidas.

– O que o amazonense que for ao Carnaval de Salvador não pode deixar de fazer?

BM – Curtir os blocos ‘Vumbora’ e ‘Camaleão’ ou colar na corda comigo, que vai ser bom demais!

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